MCMV Faixa 3

MCMV Faixa 3 em Indaiatuba: quanto ganha, quanto compra (2026)

Atualizado em outubro de 2026 · Imobiliária Viv'América · CRECI 47394-J

Resposta direta: a Faixa 3 do Minha Casa Minha Vida (MCMV) atende famílias com renda bruta mensal de R$ 5.000,01 a R$ 9.600, segundo a Portaria 333/2026 do Ministério das Cidades (MCID), em vigor desde 01/04/2026. O imóvel pode custar até R$ 400.000 (Res. 1.148/2026 do Conselho Curador do FGTS, o CCFGTS, em vigor desde 30/03/2026). Não há subsídio: o benefício são os juros de 7,66% ao ano para quem tem 3 anos de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou de 8,16% sem eles, pelo quadro do Ministério das Cidades de 28/06/2026, com prazo de até 35 anos. Em Indaiatuba, nove empreendimentos que representamos cabem nesse teto pelo preço, de R$ 279.990 (Uni Residencial, tabela de pré-lançamento da Masotti, sujeita a reajuste) a R$ 371.862 (Izzi Residence, tabela da GPCI de set/2026).

Apartamentos Minha Casa Minha Vida disponíveis em Indaiatuba

Se a renda da sua família fica entre R$ 5.000,01 e R$ 9.600 e você pensa em sair do aluguel, a Faixa 3 é a sua entrada no MCMV. Este artigo mostra quem se enquadra, quanto dá para financiar com cada renda e quais apartamentos de Indaiatuba cabem no teto, com o preço e o mês de cada tabela.

Índice

Uni Residencial — Indaiatuba
Pré-lançamento em Indaiatuba

Uni Residencial

1 dormitório · sacada · vaga para carro · Masotti

A partir de R$ 279.990

Ver todos os apartamentos na planta →

1. O que é a Faixa 3 do MCMV

O Minha Casa Minha Vida divide as famílias urbanas em três faixas de renda, fixadas pela Portaria MCID 333, de 30/03/2026, publicada no Diário Oficial da União de 01/04/2026: Faixa 1, até R$ 3.200; Faixa 2, de R$ 3.200,01 a R$ 5.000; e Faixa 3, de R$ 5.000,01 a R$ 9.600. A Faixa 3 é a mais alta das três.

Por atender a renda mais alta, não há subsídio (o desconto do FGTS no preço do imóvel), que na prática só é concedido a famílias com renda de até R$ 4.000 (Instrução Normativa, a IN, MCID 48/2022, art. 53, § 10, compilada em 09/04/2026). O benefício vem de três lugares: juros menores, uso do FGTS e prazo de até 35 anos.

Acima de R$ 9.600 e até R$ 13.000 de renda, a família passa das três faixas e entra no programa Classe Média (que a imprensa chama de Faixa 4), com imóvel de até R$ 600.000 e juros de até 10,00% ao ano. Os detalhes estão em programa Classe Média do FGTS: renda até R$ 13 mil e imóvel até R$ 600 mil.

2. Renda para se enquadrar na Faixa 3

A Faixa 3 vale para renda bruta familiar mensal de R$ 5.000,01 a R$ 9.600 (Portaria MCID 333/2026, art. 1º, em vigor desde 01/04/2026). Três pontos evitam erro na conta:

Quanto dá para financiar com cada renda

A Caixa limita a prestação a 30% da renda familiar bruta. É política de crédito do banco, não lei (página "Aquisição de Imóvel Novo", consultada em 10/10/2026). Com essa regra, 420 meses de prazo e a Tabela Price (parcela fixa), a conta fica assim:

Exemplo ilustrativo, cálculo nosso. Parcela = 30% da renda (política de crédito da Caixa). Valor financiado = parcela × (1 − (1 + i)^−420) ÷ i, com i = taxa nominal anual ÷ 12. Imóvel = valor financiado ÷ 0,8 (entrada de 20%), limitado ao teto de R$ 400.000 da Faixa 3. Sem TR, seguros e taxa de administração. Taxas do quadro da página MCMV-FGTS do Ministério das Cidades, atualizada em 28/06/2026.
Renda bruta familiarParcela de até 30%Sem 3 anos de FGTS (8,16% ao ano)Com 3 anos de FGTS (7,66% ao ano)
R$ 5.000,01R$ 1.500financia R$ 207,8 mil; imóvel de até R$ 259,7 milfinancia R$ 218,8 mil; imóvel de até R$ 273,4 mil
R$ 6.000R$ 1.800financia R$ 249,3 mil; imóvel de até R$ 311,7 milfinancia R$ 262,5 mil; imóvel de até R$ 328,1 mil
R$ 7.000R$ 2.100financia R$ 290,9 mil; imóvel de até R$ 363,6 milfinancia R$ 306,3 mil; imóvel de até R$ 382,8 mil
R$ 8.000R$ 2.400alcança o teto: imóvel de R$ 400.000, com R$ 320.000 financiadosalcança o teto: imóvel de R$ 400.000, com R$ 320.000 financiados
R$ 9.600R$ 2.880alcança o teto: imóvel de R$ 400.000, com R$ 320.000 financiadosalcança o teto: imóvel de R$ 400.000, com R$ 320.000 financiados

Como ler: com renda de R$ 7.000 e sem os 3 anos de FGTS, a parcela de até R$ 2.100 paga um financiamento de cerca de R$ 290,9 mil, o que dá um imóvel de até R$ 363,6 mil com 20% de entrada. No piso da faixa (R$ 5.000,01), a mesma conta chega a R$ 259,7 mil: para o Uni Residencial, de R$ 279.990 na tabela de pré-lançamento, a entrada sobe para cerca de R$ 72,2 mil (26% do preço). No SAC (Sistema de Amortização Constante), a primeira parcela é maior e a mesma renda financia menos. A conta completa, nos dois sistemas, está em qual renda preciso para financiar um imóvel de R$ 300, 400 ou 600 mil.

O número final sai na simulação da Caixa, que aplica a regra do dia e soma seguros e tarifas. A Imobiliária Viv'América faz essa simulação sem custo.

Aprofundar: checklist completo de quem tem direito ao MCMV →

3. Condições e benefícios da Faixa 3

Juros reduzidos

O quadro oficial da página MCMV-FGTS do Ministério das Cidades, atualizada em 28/06/2026, traz para a Faixa 3 juros nominais de 7,66% ao ano para o cotista e de 8,16% ao ano para quem não é cotista, em todas as regiões do país. Cotista é quem soma pelo menos 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, em um ou mais empregos: a Res. CCFGTS 702/2012, art. 32, § 1º, reduz a taxa dele em 0,5 ponto. Para comparar, no programa Classe Média a taxa é de até 10,00% ao ano (Res. CCFGTS 1.116/2025, art. 6º).

Em reais: cada R$ 100.000 financiados em 420 meses na Price custam R$ 685,70 por mês a 7,66%, R$ 721,91 a 8,16% e R$ 859,67 a 10,00%. É cálculo ilustrativo nosso, sem TR (Taxa Referencial, que corrige o saldo), seguros e taxa de administração.

Uso do FGTS

Quem soma 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS pode usar o saldo da conta de três formas (Lei 8.036/1990, art. 20):

Para liberar o saldo, a Caixa também exige que o comprador não tenha outro financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) nem seja dono de imóvel residencial no município onde mora ou trabalha, incluídos os vizinhos e os da mesma região metropolitana (página "Utilização do FGTS", consultada em 10/10/2026).

Prazo longo (até 35 anos)

Financiamento em até 420 meses (35 anos), segundo a página oficial do MCMV-FGTS do Ministério das Cidades, atualizada em 28/06/2026. O prazo longo reduz a parcela; em troca, pagam-se juros por mais tempo. A Caixa informa que o prazo de cada contrato varia com o sistema de amortização e com a idade de quem financia (perguntas frequentes, consultadas em 10/10/2026).

Entrada mínima de 20%, ou de 10% no SAC

A norma do FGTS pede que o comprador entre com pelo menos 20% do valor do imóvel; o mínimo cai para 10% quando o contrato usa o SAC (Res. CCFGTS 702/2012, art. 22, III e § 4º). Na planta, a entrada costuma ser paga em parcelas à incorporadora durante a obra, e o FGTS pode completar o valor.

O que a Faixa 3 NÃO tem (mas Faixas 1 e 2 têm)

Em Indaiatuba, essas duas vantagens têm um porém: só valem para imóvel dentro do teto local das Faixas 1 e 2, que é de R$ 225.000 na nossa leitura da tabela do art. 20 da Res. CCFGTS 702/2012 (só a simulação da Caixa confirma). Nenhum apartamento que representamos cabe nesse valor. A família com renda de até R$ 5.000 pode comprar imóvel de até R$ 400.000, mas sem subsídio e sem os juros reduzidos da faixa (art. 20, § 5º).

4. Empreendimentos MCMV Faixa 3 em Indaiatuba

Nove empreendimentos que representamos têm apartamento dentro do teto de R$ 400.000 da Faixa 3, pelo preço "a partir de" da tabela de cada incorporadora. É o preço da unidade mais barata: o enquadramento é por unidade, e nas outras tipologias o valor sobe e pode passar do teto.

Preço "a partir de" de cada empreendimento, pela tabela da incorporadora na data indicada (a mesma do Observatório de preços deste site, conferida em 12/10/2026), cruzado com o teto de R$ 400.000 da Faixa 3 (Res. CCFGTS 702/2012, art. 20, III, na redação da Res. 1.148/2026). Enquadramento só pelo preço: se a incorporadora opera o empreendimento pelo programa na Caixa, confirmamos caso a caso. O estoque muda a cada venda e vale para a data indicada.
EmpreendimentoA partir deTabelaTipologia e estoque
Uni Residencial (Masotti)R$ 279.990pré-lançamento, sujeita a reajuste1 dormitório, com sacada e vaga para carro
Viva Parque Aura (Pinheiro · RDZ · iBen)R$ 306.650out/202647 a 85 m²
Residencial Parque das Águas (GPCI)R$ 309.120set/20262 dormitórios, 46 a 72 m²
Gran Vic Tangará (VIC)R$ 325.00005/10/20262 dormitórios com varanda, 47,22 m²; 74 unidades em out/2026
Gran Vic Colibri (VIC)R$ 336.68605/10/20262 dormitórios com suíte, 51,42 m²; 81 unidades em out/2026
Itamaracá Residencial (Zarin)R$ 345.107out/202648 a 54 m²; 166 unidades disponíveis em 11/10/2026
Vívere Residencial (Masotti)R$ 352.552ago/20262 dormitórios, 48 a 50 m², pronto para morar; últimas 2 unidades em 12/10/2026
Gran Vic Canário (VIC)R$ 354.45909/10/20262 dormitórios, 47,22 m²; últimas 3 unidades em 09/10/2026
Izzi Residence (GPCI)R$ 371.862set/202639,90 a 66,47 m²

No Gran Vic Tangará, R$ 325.000 é o preço de uma única unidade; a seguinte custa R$ 333.761, e as 74 unidades da tabela da VIC de 05/10/2026 estão enquadradas na Faixa 3. Outros cinco empreendimentos começam acima de R$ 400.000 e só entram pelo Classe Média: Viva Parque Sense (R$ 408.328, tabela de set/2026), Spazio Italia (R$ 429.961, out/2026), Manai Bosque (R$ 520.855, out/2026), 360 Home Office Mall (R$ 546.274, tabela de set/2026, preços confirmados para out/2026) e Artemis Residencial (R$ 555.171, out/2026).

Fachada do Gran Vic Canário em Indaiatuba, apartamento MCMV Faixa 3 no Parque dos Pássaros com 296 unidades e 16 itens de lazer
O Gran Vic Canário (a partir de R$ 354.459, valores da VIC de 09/10/2026) tem 296 apartamentos em 5 torres no Parque dos Pássaros e 16 itens de lazer entregues decorados. Restam as últimas 3 unidades, todas na Torre 03.

Duas contas de exemplo

São exemplos ilustrativos, com cálculo nosso: 420 meses, taxa mensal igual à nominal anual dividida por 12, sem TR, seguros e taxa de administração. Antes das chaves, as parcelas pagas à incorporadora são corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) nas tabelas do Gran Vic Tangará e do Uni Residencial: veja por que a parcela do imóvel na planta sobe todo mês.

5. Faixa 3 x financiamento tradicional

Muita gente pergunta: "vale a pena a Faixa 3 ou é melhor o financiamento tradicional?". Pela taxa, a Faixa 3 ganha para quem se enquadra. A comparação, pelas normas em vigor em outubro/2026:

Faixa 3: Portaria MCID 333/2026; Res. CCFGTS 702/2012, arts. 17, 20, 22 e 32, na redação da Res. 1.148/2026; quadro da página MCMV-FGTS do Ministério das Cidades (28/06/2026). Classe Média: Res. CCFGTS 1.116/2025, na redação da Res. 1.148/2026, e página do programa na Caixa. SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo): Res. CMN 4.676/2018, arts. 6º e 13, com o limite de R$ 2.250.000 da Res. CMN 5.255, de 10/10/2025, e páginas da Caixa consultadas em 10/10/2026.
CritérioMCMV Faixa 3Programa Classe MédiaFinanciamento tradicional (SBPE)
Renda bruta familiar mensalR$ 5.000,01 a R$ 9.600até R$ 13.000sem limite
Valor máximo do imóvelR$ 400.000R$ 600.000R$ 2.250.000 (limite do Sistema Financeiro de Habitação)
Juros nominais ao ano7,66% (cotista) ou 8,16%até 10,00%cada banco define; a norma limita o custo efetivo a 12% ao ano
Prazo máximo35 anos (420 meses)35 anos (420 meses)a norma do CMN não fixa prazo; a Caixa informa até 35 anos, conforme o tipo de financiamento
Entrada mínima20%; 10% no SAC20%; 10% no SAC (a Caixa pede 20%)20%; 10% no SAC
Subsídionão hánão hánão há
Uso do FGTSsimsimsim, em imóvel de até R$ 2.250.000
Quem já tem imóvelnão pode ser dono de imóvel residencial na cidade onde mora ou vai morar, nem ter outro financiamento ativo no SFHa mesma regra da Faixa 3a norma do CMN não traz essa vedação; vale a regra de cada banco

Na conta: em 420 meses na Price, cada R$ 100.000 financiados custam R$ 721,91 por mês a 8,16% e R$ 859,67 a 10,00%. São R$ 137,76 de diferença, ou 16% a menos na Faixa 3; para o cotista (R$ 685,70), 20% a menos. No financiamento de R$ 267.422,40 do exemplo do Gran Vic Tangará, a diferença entre 8,16% e 10,00% é de cerca de R$ 368 por mês. Fora dos programas não há taxa tabelada: cada banco define a sua, e a norma do Conselho Monetário Nacional (CMN) só limita o custo efetivo a 12% ao ano.

Quem se enquadra na Faixa 3 só costuma olhar para fora dela em três situações:

6. Como simular sua parcela

O caminho mais rápido para saber sua parcela real:

  1. Escolha um empreendimento (recomendamos começar por Gran Vic Tangará ou Uni Residencial);
  2. Chame no WhatsApp (19) 98976-9457 informando a renda bruta da família, o saldo estimado de FGTS, o estado civil e se tem filhos;
  3. Enviamos a simulação com o enquadramento na faixa, o valor financiado, a parcela estimada em SAC e em Price e o prazo;
  4. Se a Caixa aprovar o crédito, seguimos para a reserva do imóvel e a assinatura do contrato.

No fechamento entram também o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), de 2% em Indaiatuba sobre imóvel de até R$ 576.300 em 2026 (Lei Complementar municipal 102/2023, art. 137), e o registro do contrato. A conta está em quanto custa ITBI, escritura e registro em Indaiatuba.

Continue lendo

Faixa de renda, teto, juros e prazo são os das normas citadas, em vigor em 11/10/2026, e podem mudar. Os preços são "a partir de", pela tabela de cada incorporadora na data indicada, e podem ser reajustados. O enquadramento de cada família e a parcela real saem na simulação da Caixa Econômica Federal, que a Imobiliária Viv'América faz gratuitamente; a aprovação do crédito é decisão do banco.

Perguntas frequentes sobre a Faixa 3 do MCMV

O que é a Faixa 3 do Minha Casa Minha Vida?

É a faixa de renda mais alta do Minha Casa Minha Vida: renda bruta familiar mensal de R$ 5.000,01 a R$ 9.600, pela Portaria MCID 333/2026, em vigor desde 01/04/2026. O imóvel pode custar até R$ 400.000 em todo o país (Res. CCFGTS 1.148/2026, em vigor desde 30/03/2026). Não tem subsídio: o benefício são os juros de 7,66% ao ano para quem tem 3 anos de FGTS, ou de 8,16% sem eles, o uso do FGTS e o prazo de até 35 anos.

Qual a renda para entrar na Faixa 3 do MCMV em 2026?

De R$ 5.000,01 a R$ 9.600 de renda bruta familiar mensal, segundo a Portaria MCID 333, de 30/03/2026, publicada no Diário Oficial da União de 01/04/2026. Conta a renda bruta de quem vai compor o financiamento, não só a do titular. Acima de R$ 9.600 e até R$ 13.000, o caminho é o programa Classe Média (que a imprensa chama de Faixa 4), com imóvel de até R$ 600.000.

Quais apartamentos MCMV Faixa 3 estão em lançamento em Indaiatuba?

Dentro do teto de R$ 400.000, pelo preço "a partir de" da tabela de cada incorporadora (pré-lançamento da Masotti no Uni; ago a out/2026 nos demais): Uni Residencial (R$ 279.990), Viva Parque Aura (R$ 306.650), Parque das Águas (R$ 309.120), Gran Vic Tangará (R$ 325.000), Gran Vic Colibri (R$ 336.686), Itamaracá (R$ 345.107), Vívere (R$ 352.552, pronto para morar), Gran Vic Canário (R$ 354.459) e Izzi Residence (R$ 371.862). É o preço da unidade mais barata; o enquadramento é por unidade e depende da análise da Caixa. Cabem pelo preço: se a incorporadora opera cada empreendimento pelo programa na Caixa, confirmamos caso a caso.

Faixa 3 tem subsídio?

Não. O desconto do FGTS no preço do imóvel vale para renda familiar de até R$ 5.000 e, na prática, só é concedido até R$ 4.000 de renda (IN MCID 48/2022, arts. 51 e 53, compilada em 09/04/2026). Na Faixa 3 o benefício está nos juros do quadro oficial do Ministério das Cidades, de 7,66% ou 8,16% ao ano, e no uso do FGTS como entrada.

Vale a pena Faixa 3 do MCMV comparado com financiamento tradicional?

Pela taxa, sim, para quem se enquadra. A Faixa 3 cobra 7,66% ou 8,16% ao ano; o programa Classe Média, até 10,00%; fora dos programas, cada banco define a taxa, e a norma do Conselho Monetário Nacional só limita o custo efetivo a 12% ao ano. Em 420 meses na Tabela Price, cada R$ 100.000 financiados custam R$ 721,91 por mês a 8,16% e R$ 859,67 a 10,00%, uma diferença de R$ 137,76. É cálculo ilustrativo, sem seguros e tarifas; a parcela real sai na simulação da Caixa.

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